BRUCE DICKINSON grava novo álbum solo no STUDIO 606 e aparece ao lado de DAVE GROHL
Vocalista do Iron Maiden prepara oitavo disco solo com participações especiais e previsão de lançamento para 2027
Redação - SOM DE FITA
3/2/2026




O processo de gravação do novo trabalho solo de Bruce Dickinson ganhou um capítulo que rapidamente chamou a atenção dos fãs de rock. O vocalista do Iron Maiden compartilhou nas redes sociais um registro feito no Studio 606, em Los Angeles, ao lado de Dave Grohl. A imagem, divulgada nesta sexta-feira (27), indica que o oitavo álbum solo do cantor segue em ritmo intenso de produção e já movimenta nomes de peso da cena internacional.
No estúdio, conhecido por receber grandes produções do rock contemporâneo, Dickinson aparece segurando um cowbell, instrumento de percussão bastante característico. Ao seu lado, Grohl aponta para o sino, em um momento descontraído. Na legenda da publicação, o britânico escreveu: “Sim, eu toquei este sino no álbum”, sugerindo que o novo trabalho pode trazer nuances sonoras diferentes do que o público ouviu em lançamentos anteriores.
Gravações no lendário Studio 606
O Studio 606, localizado na Califórnia e associado a diversas produções de destaque do rock moderno, tem sido o palco das sessões do novo disco. A presença de Dave Grohl no local reforça o peso simbólico do ambiente, embora não haja confirmação oficial de participação direta do líder do Foo Fighters nas faixas.
A escolha do estúdio também evidencia o cuidado na produção. Dickinson já vinha trabalhando em novas composições após o lançamento de The Mandrake Project, disco que marcou seu retorno solo após quase duas décadas. Agora, a expectativa gira em torno de como ele pretende expandir essa fase criativa.
O detalhe do cowbell chamou atenção justamente por indicar possíveis experimentações. Embora seja um instrumento simples, ele carrega forte identidade rítmica e já foi usado em clássicos do rock. A frase publicada por Dickinson — “Sim, eu toquei este sino no álbum” — acabou funcionando como uma provocação leve aos fãs, que rapidamente passaram a especular sobre o direcionamento musical do novo material.


Participações brasileiras e clima de colaboração
Um dos pontos que mais se destacam nesse processo é a presença de músicos brasileiros nas sessões. Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, já registrou percussões para o álbum, ampliando a conexão do projeto com artistas do país. Além dele, outros nomes também estiveram no estúdio durante as gravações.
Derrick Green, também do Sepultura, Jeff Scott Soto e os integrantes do Angra, Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa, passaram pelo local para acompanhar sessões vocais de Dickinson. O ambiente descrito por pessoas próximas à produção é de troca criativa e visitas frequentes de músicos ligados ao heavy metal e ao hard rock.
Embora nem todos estejam confirmados como participantes diretos do disco, a movimentação reforça o caráter colaborativo das gravações. Dickinson, que sempre transitou entre o heavy metal tradicional e outras influências, parece aberto a incorporar novas texturas ao trabalho.
A presença de artistas brasileiros também reforça a relação histórica do vocalista com o público do país, que frequentemente figura entre os mais engajados em suas turnês e projetos paralelos.
Lançamento previsto para 2027
Apesar da repercussão imediata da imagem ao lado de Grohl, o novo álbum solo ainda deve demorar para chegar ao público. A previsão inicial aponta para lançamento em 2027, o que indica que as etapas de gravação, mixagem e finalização ainda devem se estender pelos próximos meses.
O intervalo relativamente longo sugere um processo detalhado de produção. Dickinson, conhecido por seu perfil multifacetado — que inclui atividades como aviação, literatura e projetos paralelos — costuma dedicar atenção minuciosa aos seus lançamentos.
Ainda não há informações sobre título, tracklist ou possíveis singles. Também não foi divulgada confirmação sobre participações especiais nas músicas, o que mantém o clima de expectativa em torno do projeto.
Por enquanto, o registro no Studio 606 funciona como um sinal de que o trabalho está em andamento e cercado de nomes relevantes da cena. Até o lançamento oficial, novas atualizações devem surgir conforme as gravações avancem.
Para quem acompanha a trajetória solo de Bruce Dickinson, o novo álbum promete dar continuidade a uma fase produtiva que reacendeu o interesse pelo cantor fora do universo do Iron Maiden. Resta agora aguardar os próximos anúncios e detalhes oficiais sobre o disco que começa a tomar forma nos estúdios de Los Angeles.
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