ANDREAS KISSER participa do novo álbum solo de BRUCE DICKINSON
Líder do Sepultura grava percussão no disco que sucede “The Mandrake Project”
Redação - SOM DE FITA
2/4/2026




O vocalista Bruce Dickinson segue avançando na produção de seu próximo álbum solo, e um detalhe recente chamou a atenção do público brasileiro e internacional. Andreas Kisser, guitarrista e líder do Sepultura, participou das gravações tocando percussão. O encontro entre dois nomes centrais do heavy metal aconteceu no Studio 606, em Los Angeles, estúdio pertencente a Dave Grohl.
O novo disco será o sucessor de The Mandrake Project, lançado em 2024, e ainda não teve título nem data de lançamento divulgados. Até agora, as informações sobre o processo de gravação vinham sendo mantidas de forma discreta, mas a participação de Kisser acabou se tornando pública após o músico brasileiro compartilhar sua experiência nas redes sociais, gerando expectativa entre fãs de diferentes gerações do metal.
Encontro entre trajetórias consolidadas do heavy metal
A colaboração entre Bruce Dickinson e Andreas Kisser não surge como uma surpresa completa, considerando a longa convivência de ambos no circuito internacional do metal. Dickinson construiu uma carreira solo paralela ao Iron Maiden, explorando sonoridades que vão além do repertório de sua banda principal. Já Kisser, além de seu papel central no Sepultura, mantém uma atuação frequente como produtor, convidado e colaborador em projetos diversos, tanto no Brasil quanto no exterior.
No novo álbum solo de Dickinson, Kisser foi convidado especificamente para contribuir com percussão, um detalhe que chama atenção por fugir do papel mais conhecido do músico como guitarrista. A escolha reforça a ideia de que o disco pode trazer abordagens rítmicas diferentes das já exploradas anteriormente pelo vocalista britânico, embora ainda não haja informações oficiais sobre a direção musical do trabalho.
Ao comentar a experiência, Kisser fez questão de destacar o caráter pessoal do convite e o peso simbólico da colaboração. “Que privilégio. Uma verdadeira honra participar do novo álbum do grande mestre do metal Bruce Dickinson, um cavalheiro e uma lenda”, escreveu o músico em uma publicação, mantendo o tom de respeito e admiração que marcou sua declaração pública.



Andreas Kisser e Bruce Dickinson em sessão de gravação no Studio 606, em Los Angeles. - Foto: Reprodução

Bastidores no Studio 606 e o papel de Dave Grohl
As gravações aconteceram no Studio 606, espaço conhecido por receber artistas de diferentes estilos e por sua estrutura técnica de alto nível. O estúdio pertence a Dave Grohl, músico com trajetória ligada ao rock alternativo e ao hard rock, mas que mantém diálogo constante com artistas do metal. Embora Grohl não tenha participação direta anunciada no álbum de Dickinson, o local escolhido para as sessões acabou se tornando parte do destaque do processo.
Kisser também mencionou os bastidores e a atmosfera do estúdio em sua postagem. “Obrigado Brendan Duffey pelo convite! E Dave Grohl, que estúdio você criou, simplesmente mágico”, escreveu, citando o produtor e engenheiro de som envolvido nas gravações. A fala reforça a percepção de que o ambiente teve influência positiva no andamento do trabalho, ainda que os detalhes técnicos do disco sigam sob sigilo.
As imagens divulgadas, mostrando Dickinson e Kisser juntos no estúdio, circularam rapidamente entre fãs e veículos especializados, ampliando a curiosidade sobre o resultado final. Mesmo sem informações sobre repertório ou participações adicionais, o simples registro do encontro já foi suficiente para reacender discussões sobre possíveis caminhos criativos do novo álbum solo.
Expectativa dos fãs e próximos passos do novo álbum
O disco que sucede The Mandrake Project carrega naturalmente uma carga de expectativa, tanto por parte do público que acompanha a carreira solo de Bruce Dickinson quanto daqueles mais ligados ao Iron Maiden. O álbum anterior marcou um retorno relevante do vocalista ao formato solo, após um longo intervalo, e estabeleceu um novo ponto de partida criativo para essa fase de sua trajetória.
A participação de Andreas Kisser adiciona um elemento extra de interesse, sobretudo para o público brasileiro, que vê um de seus principais representantes do metal envolvido em uma produção internacional de grande visibilidade. Ainda assim, até o momento, não há indícios de que a colaboração vá além da contribuição pontual de percussão, nem de que Kisser esteja envolvido em outras faixas ou etapas do projeto.
Sem título, sem data confirmada e com poucas informações oficiais, o novo álbum segue cercado de discrição. A expectativa é que mais detalhes sejam revelados nos próximos meses, à medida que o processo de gravação avance ou seja concluído. Por enquanto, a confirmação da participação de Kisser funciona como um sinal de que Dickinson segue apostando em colaborações pontuais e em um processo criativo aberto, mantendo o interesse do público sem recorrer a anúncios grandiosos ou estratégias promocionais antecipadas.

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